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Conversas na Aldeia Global: Os Marcianos somos nós, por Nuno Galopim e A. M. Galopim de Carvalho

Será possível habitar Marte? O robot Curiosity aterrou em Marte em agosto de 2012 e contribuiu para a descoberta de elementos que comprovam um ambiente favorável à vida microbiana. Mais recentemente, outra sonda enviada pela NASA, a orbitar Marte desde 2006, forneceu dados que suportam a eventual existência de água líquida salgada. Como adiantou Carl Sagan, para contar a história de Marte temos de juntar a ciência e a imaginação. Nuno Galopim cruza diferentes visões ficcionadas, desde a do escritor H. G. Wells, no clássico A Guerra dos Mundos, à do escritor norte-americano Ray Bradbury, autor das Crónicas Marcianas, que antecipou que os marcianos somos nós, mas só quando lá chegarmos… São agora os humanos que ambicionam fazer do quarto planeta do sistema solar a sua nova casa. Mas a utopia que ao longo do tempo tem sido imaginada, será possível? Teremos aprendido com os muitos erros cometidos na história de dez mil anos de civilização na Terra? E qual a probabilidade de mudar e moldar Marte à nossa imagem e necessidades?

 

Tendo por base o mais recente livro de Nuno Galopim – Os Marcianos Somos Nós, convidamos o autor e o seu pai, o professor A. M. Galopim De Carvalho, para um debate através do paralelismo entre a vida em Marte e as teorias sobre a evolução da vida na Terra.
Nuno Galopim começou por projetar um futuro na ciência, mas o jornalismo, a rádio e, sobretudo, a música e o cinema falaram mais alto. Tem 25 anos de carreira na rádio e na imprensa, tem trabalhado na música, cinema e livros, com destaque para a estreia, enquanto aluno de Geologia, com Vida e Morte dos Dinossáurios, em co-autoria com o pai. É autor dos blogues Sound + Vision e Máquina de Escrever.

A. M. Galopim de Carvalho, é professor catedrático jubilado pela Universidade de Lisboa. É autor de livros, entre científicos, pedagógicos, de divulgação científica e de ficção e memórias. Como cidadão interventor, em defesa da Geologia e do património geológico, publicou mais de 150 artigos de opinião. Foi diretor do Museu Nacional de História Natural, entre 1993 e 2003. Foi agraciado com o grau de Grande Oficial da Ordem de Sant’Iago da Espada e distinguido pela Casa da Imprensa com o prémio “Bordalo” para a Ciência, em 1994. É autor do blog Sopa de Pedra e membro do De Rerum Natura.

 

Entrevistas aos leitores das Bibliotecas Municipais de Oeiras


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